Deise Dantas Barcellos - Personal Diet - RJ

Deise Dantas Barcellos - Personal Diet - RJ
Personal Diet - Rio de Janeiro - RJ

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Seu nutricionista perguntou sobre as suas fezes? Entenda o porquê:

O intestino é o local de absorção de grande parte dos nutrientes. Para a saúde intestinal, e prevenção de doenças, procure ingerir pelo menos 2 litros de líquidos por dia, comer frutas e verduras, alimentos integrais, cereais integrais e praticar atividade física regularmente! Além da água e das fibras, para o bom funcionamento intestinal, é necessário, portanto, que ele esteja íntegro


ESCALA FECAL DE BRISTOL
A Escala de Bristol ou Escala de fezes de Bristol é uma escala médica destinada a classificar a forma das fezes humanas em sete categorias. Às vezes referido no Reino Unido como a “Escala de Meyers”, foi desenvolvido por Dr. Ken Heaton na Universidade de Bristol e publicado no Scandinavian Journal of Gastroenterology em 1997.
A forma e a consistência das fezes dependem do tempo de permanência do mesmo no cólon.


Interpretação da Escala
Tipo 01: Este tipo indica que sua alimentação é pobre em fibras e água. Aumente a ingestão de água, sucos, chás, frutas com casca e bagaço, verduras, linhaça, granola, aveia, quinoa e cereais integrais. Evite carnes vermelhas, farinhas brancas, açúcares e laticínios.
Tipo 02: É um indicativo que as fezes permaneceram por muito tempo no cólon (transito lento), além disso há deficiência também de água e fibras. Assim como no tipo 1, você deve aumentar a ingestão de água, sucos, chás, frutas, legumes e verduras, além dos cereais integrais.
Tipo 03: Indica que o bolo fecal ainda está um pouco seco. Aumente a ingestão de líquidos e água.
Tipo 04: Parabéns! Seu trânsito intestinal está ótimo. As fezes passam com facilidade e não causam desconfortos.
Tipo 05: É um indicativo que seu bolo fecal está se movendo mais rápido que o normal. Isto pode levar a carências nutricionais e desidratação. Aumente a quantidade de fibras solúveis provenientes dos legumes cozidos, grãos, aveia, cevada e frutas. O uso de probióticos pode auxiliar a regular o seu trânsito intestinal, mas deve ser feito com prescrição do nutricionista.
Tipo 06: Também é um indicador de trânsito intestinal muito rápido. Significa que a água foi mal-reabsorvida e também pode causar carências nutricionais e desidratação. Além disso, pode ser um sinal de intolerâncias alimentares e/ou um desequilíbrio na flora bacteriana intestinal. Evite frutas e legumes crus, prefira os cozidos. Um acompanhamento nutricional com utilização de probióticos pode ser benéfica, mas exames devem ser realizados para descartar qualquer patologia como alergias ou intolerância alimentar.
Tipo 07: Provavelmente é resultado de uma infecção. Você deve procurar um médico para fazer um diagnóstico. Tenha uma alimentação leve, sem gorduras, frituras, açúcares e laticínios. Consuma alimentos cozidos, caldos, sopas, líquidos, e água para hidratar.
Fonte:blog daniela, lucianadeoliveira, dicasdenutricao

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Você sabe como trabalha o Personal Diet?


1.  O que faz um Personal Diet ?

  • É um serviço que vem sendo utilizado por muitos nutricionistas que muitas vezes não utilizam consultório para seu atendimento. É também um serviço moderno onde o profissional vai até o cliente trazendo-lhe maior comodidade.
  • É um programa de atendimento nutricional personalizado, realizado em nível domiciliar podendo ser individual e/ou direcionado a toda a família. O serviço inclui consulta nutricional completa e planejamento de cardápios, contemplando um programa de mudanças gradativas na rotina da família no sentido da adoção de uma alimentação saudável.
  • O cliente escolhe o tipo de serviço que deseja: somente consulta nutricional, consulta com treinamento de secretárias do lar, orientação para toda a família, organização de despensa e geladeira, orientação com a nutricionista ao supermercados, educação nutricional para crianças, etc.
Algumas diferenças
Atendimento em Consultório
Atendimento em Domicílio
Despesa com aluguel ou % de consulta
Combustível ou deslocamento
Despesa com secretária
Você mesmo agenda as suas consultas
Faltas ou desistências
Você vai até o cliente
Consulta mais generalista
Cardápios personalizados
Informações fornecidas pelo cliente
Informações fornecidas pelo cliente e observadas pelo nutricionista
Não tem acesso ao local de preparo dos alimentos; desconhece a estrutura e quem prepara
Tem acesso ao local de preparo dos alimentos na casa e quem prepara
Desconhece a rotina do cliente
Conhece melhor a rotina do cliente

2. Benefícios para o cliente:

 Economia e praticidade – evita o deslocamento até um consultório, pois muitas vezes tem filhos pequenos ou o cliente é idoso, tempo no trânsito, etc.
 Comodidade – o paciente e sua família serão atendidos no lar, mantendo o conforto de estar em casa e com a família.
  Flexibilidade de horários – se o seu horário de trabalho não é igual ao horário comercial de consultórios e clínicas, você pode combinar com o nutricionista o melhor horário para você.
 Segurança – ao ficar em casa com seus filhos você não está correndo tantos riscos como o da violência no trânsito e urbana.
 Eficácia – o profissional estará a sua disposição e entenderá melhor já que estará dentro da realidade da sua casa. Assim, o plano alimentar e os cardápios elaborados estarão de acordo com o que você necessita, dando resultados mais eficazes.

3. Como Funciona?
O trabalho é realizado de acordo com a seguinte programação:
Ø    Avaliação nutricional dos membros em nível residencial – trabalho individualizado que tem início com a avaliação física dos membros que participarão da intervenção nutricional, verificação de exames, conhecimento sobre os problemas de saúde pré-existentes, aplicação de inquéritos alimentares e avaliação antropométrica (pesar, medir, realizar medição de percentual de gordura corporal por bioimpedância). Todos os membros que quiserem entrar no programa precisarão passar por esta etapa. As avaliações deverão ser feitas na mesma visita do nutricionista à residência da família.
Ø  Avaliação alimentar - entrevista com os membros (ou com um membro responsável) para que sejam passadas informações como horários de refeições, aversões alimentares, hábitos alimentares da família, principais problemas enfrentados durante o preparo de alimentos. Etapa realizada na primeira visita.
Ø  Estabelecimento dos objetivos de cada membro – após a avaliação, o nutricionista estabelecerá junto a cada membro, as metas e objetivos individuais e comentará os resultados da avaliação nutricional.
Ø  Guias alimentares - cada membro da família recebe o seu programa alimentar. O programa (guia alimentar) é personalizado e específico ao objetivo e necessidade de cada membro. Apresento sugestões de alimentos e porções para cada refeição, Incluindo sugestões de lanches e porções para as refeições feitas fora do ambiente familiar. Os guias são de acordo com os horários dos membros, nível de atividade física, idade, condição de saúde. Para a criança, são indicadas opções para merenda escolar e sugestões para facilitar o consumo dos alimentos.
Ø  Avaliações periódicas - mensalmente são feitas visitas para que os membros sejam avaliados e para que haja discussão sobre o cardápio e adaptações (quando necessário).
Ø  Acompanhamento por meio de aplicativo – após a primeira consulta, o nutricionista irá cadastrar o cliente em aplicativo próprio do qual o mesmo receberá um aviso para baixar o aplicativo no celular para ter acesso ao plano alimentar, receitas sugeridas, tabela de substituição de alimentos e um diário alimentar que será preenchido pelo cliente. O aplicativo manda sinais sonoros lembrando o cliente de seu horário para se alimentar. Além disso, existe um contato através de chat do qual o cliente poderá ficar à vontade para tirar qualquer dúvida, principalmente quando tiver fazendo suas refeições fora de casa.
Ø  Clientes que moram sozinhos – Receberão sugestões de empresas de alimentos congelados e/ou orientações de congelamento de alimentos.
Ø  Serviços opcionais – além dos serviços propostos.
  •      Treinamento para manipulador de alimentos
  •       Organização de geladeira e/ou despensa
  •    Visita guiada ao supermercados ou feira livre
  •     Aulas diversas (temas sugeridos pelo cliente ou pelo nutricionista)
  •       Educação nutricional para crianças
  •      Receitas personalizadas

Caso haja interesse, enviarei orçamento à parte.

TABELA DE SERVIÇOS ADICIONAIS
SERVIÇO INDIVIDUALIZADO
PREÇO (R$)
Consulta com orientações nutricionais

Aula prática de culinária saudável

Cardápio semanal com 2 refeições com porcionamento

Visita guiada

Estocagem de alimentos (geladeira e despensa)

Educação Nutricional para crianças



Os preços do serviço do Personal Diet serão enviados posteriormente, com valores individuais e pacotes para família.

Qualquer dúvida estarei à disposição.
  
Celular: (21) 98896-8628
Whtatsapp (21) 99303-7029

Contato e-mail: deisedbarcellos@gmail.com

Redes Sociais:
  Facebook:
  Instagram: https://www.instagram.com/nutrideisebarcellos/ (Siga-me no instagram)

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Pirâmide Alimentar


Pirâmide alimentar adaptada à população brasileira
A pirâmide dos alimentos é atualmente a representação gráfica do guia alimentar utilizado que melhor cumpre este papel, considerado um instrumento de fácil utilização tanto para os profissionais de saúde, quanto para a população.
A pirâmide dos alimentos foi elaborada por Welsh et al., 1992 e foi adaptada à população brasileira em 1999 por Philippi et al. Esta adaptação levou em consideração os costumes alimentares dos brasileiros e se tornou o mais importante guia alimentar nacional.
Abaixo a pirâmide alimentar adaptada à população brasileira:


A pirâmide de alimentos divide os alimentos em andares, aonde cada andar é representado por alimentos de mesma função (Energéticos, reguladores, construtores e energéticos extras). Alguns andares são subdivididos em grupos de alimentos que, apesar de exercerem a mesma função, oferecem características nutricionais diferenciadas.

1° Andar – Energéticos
Grupo composto por Cereais e tubérculos.
Encontram-se na base, pois este grupo representa os alimentos de maior necessidade de consumo.
Este grupo é caracterizado pelo fornecimento de carboidratos (amido) e vitamina B1. A recomendação de consumo de alimentos deste grupo é de 5 – 9 porções por dia, sendo que cada porção possui 150 Calorias.
2° Andar – Reguladores
Grupo composto por frutas, verduras, legumes e hortaliças. Este andar é caracterizado pelo fornecimento de vitaminas, minerais e fibras. É subdivido em dois grupos: O grupo dos legumes e
verduras e o das frutas, que oferecem além de fibras, vitaminas e minerais, a frutose, uma importante
fonte de energia. A recomendação de consumo de alimentos deste grupo é de 4 – 5 porções por dia de
legumes e verduras, sendo que cada porção possui 15 Calorias e 2 – 4 porções por dia de frutas, com
70Kcal cada.
3° Andar – Construtores
Grupo composto por carnes, ovos, lácteos e leguminosas. Este andar é caracterizado pelo fornecimento de proteínas. É subdivido em três grupos: O grupo das carnes e ovos (fontes de ferro
e vitamina B12), o grupo dos lácteos (Fontes de cálcio e vitamina D) e o das leguminosas (fontes de
fibra e vitaminas do complexo B). A recomendação de consumo de alimentos é de 1 – 2 porções por dia de carnes e ovos, sendo que cada porção possui 190 Calorias; 3 porções de lácteos, com 120Kcal cada; e 1 – 2 porções por dia de leguminosas, com 55Kcal cada.
4° Andar – Energéticos extras
Grupo composto por açúcares, gorduras e doces, que possuem valor energético alto e não possuem nutrientes específicos associados. Este andar é caracterizado pelo fornecimento de energia. É subdivido em dois grupos: O grupo das gorduras e o grupo dos açúcares. A recomendação é de consumo esporádico destes alimentos pois uma porção de açúcar contém 110Kcal e uma porção de gordura contém 73Kcal. 

Nova pirâmide alimentar
Os guias alimentares são instrumentos que visam dar informação à população sobre alimentação, assim como estilos de vida saudáveis. O primeiro guia elaborado surgiu no início da década de 1990, a partir da publicação do guia alimentar americano. Este guia trouxe a divisão dos alimentos em grupos alimentares, o que permitiu uma melhor relação entre saúde e doença. Em 1992, a United States Department of Agriculture (USDA) adotou como ícone o formato de pirâmides.
A pirâmide dos alimentos atualmente é um instrumento de orientação nutricional utilizado por profissionais com o objetivo de promover mudanças de hábitos alimentares, visando a saúde global do indivíduo e a prevenção de doenças. A pirâmide dos alimentos foi considerada uma representação gráfica que facilitava a visualização dos alimentos, assim como a sua escolha nas refeições do dia a dia. Em 1999, foi publicada a adaptação brasileira da pirâmide por Philippi et al. Em 2001, Willet propôs um novo modelo de pirâmide alimentar, baseada não apenas nos grupos alimentares, mas na qualidade dos alimentos de cada grupo.


Poucas mudanças foram propostas da pirâmide original de Willet, conforme as descritas abaixo:
1° Andar: Na base da pirâmide preconiza-se medidas saudáveis de estilo de vida, como exercícios diários, controle de peso e alimentação saudável.
2° Andar: Neste andar temos 3 grupos: cereais integrais, óleos vegetais e frutas e hortaliças.
3° Andar: Este andar é dividido em 2 grupos: Grupo das proteínas de origem animal, como peixes e aves e grupo das proteínas de origem vegetal como leguminosas e oleaginosas.
4° Andar: Andar do grupo dos laticínios, ou ingestão de cálcio e vitamina D na ausência destes alimentos.
5° Andar: O topo da pirâmide é composto de alimentos como carne vermelha, gordura saturada, manteiga, doces, carboidratos refinados, sal, batatas, pães e macarrão, biscoitos, arroz branco.

Fonte: SILVA, S. M. C. S. Tratado de alimentação, nutrição e dietoterapia. São Paulo: Roca, 2011.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Guia Alimentar da População Brasileira

Guia Alimentar para a População Brasileira do Ministério da Saúde

Publicação é mais um instrumento para combater a obesidade e o avanço das doenças crônicas no Brasil. Mais da metade da população está acima do peso
A atualização da publicação relata quais cuidados e caminhos para alcançar uma alimentação saudável, saborosa e balanceada. A nova edição, ao invés de trabalhar com grupos alimentares e porções recomendadas, indica que a alimentação tenha como base alimentos frescos (frutas, carnes, legumes) e minimamente processados (arroz, feijão e frutas secas), além de evitar os ultraprocessados (como macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote e refrigerantes). O lançamento ocorreu durante a reunião do Conselho Nacional de Saúde, em Brasília.

O novo guia também busca valorizar a culinária, e indica o planejamento das refeições e interação social, com o envolvimento de amigos e família na elaboração da comida.

A intenção do Guia Alimentar é promover a saúde e a boa alimentação, combatendo a desnutrição, em forte declínio em todo o país, e prevenindo enfermidades em ascensão, como a obesidade, o diabetes e outras doenças crônicas, como AVC, infarto e câncer. Além de orientar sobre qual tipo de alimento comer, a publicação traz informações de como comer e preparar a refeição, e sugestões para enfrentar os obstáculos do cotidiano para manter um padrão alimentar saudável, como falta de tempo e inabilidade culinária.
Redigido em linguagem acessível, o Guia Alimentar se dirige às famílias diretamente e, também, a profissionais de saúde, educadores, agentes comunitários e outros trabalhadores cujo ofício envolve a promoção da saúde da população. A versão impressa do documento, com 151 páginas ilustradas, será distribuída às unidades de saúde de todo o país, e a versão digital estará disponível no portal do Ministério da Saúde.
O Guia orienta as pessoas a optarem por refeições caseiras e evitarem a alimentação em redes de fast food eprodutos prontos que dispensam preparação culinária (‘sopas de pacote’, pratos congelados prontos para aquecer, molhos industrializados, misturas prontas para tortas). Outras recomendações são o uso moderado de óleos, gorduras, sal e açúcar ao temperar e cozinhar alimentos, e o consumo limitado de alimentos processados (queijos, embutidos, conservas), utilizando-os, preferencialmente, como ingredientes ou parte de refeições. Na hora da sobremesa, o ideal é preferir as caseiras, dispensando as industrializadas.
Destaque especial é dado também às circunstâncias que envolvem o ato de comer, aconselhando-se regularidade de horário, ambientes apropriados e, sempre que possível companhia. O ideal é desfrutar a alimentação, evitar a refeição assistindo à televisão, falar no celular, ficar em frente ao computador ou atividades profissionais.
PREPARAÇÃO DO ALIMENTO – O novo guia também busca valorizar a culinária, e indica o planejamento das refeições e interação social, com o envolvimento de amigos e família na elaboração da comida. “No Brasil e em muitos outros países, a transmissão de habilidades culinárias entre gerações vem perdendo força”, admite a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde e responsável pela coordenação geral do projeto de elaboração do Guia Alimentar, Patrícia Jaime. “Por isso, o Guia Alimentar dedica uma parte importante de suas recomendações à valorização do ato de cozinhar, ao envolvimento de homens e mulheres, adultos e crianças nas atividades domésticas relacionadas ao preparo de refeições e à defesa das tradições culinárias como patrimônio cultural da sociedade”, enfatiza.
AMBIENTE SUSTENTÁVEL – O Guia Alimentar foi produzido em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo e com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde e substitui a versão anterior de 2006. O processo de elaboração envolveu profissionais de saúde, educadores e representantes de organizações da sociedade civil de todas as regiões do Brasil. A conclusão contou ainda com o resultado de uma consulta pública que envolveu 436 participantes e recebeu 3.125 comentários e sugestões.
O novo guia dá grande importância às formas pelas quais os alimentos são produzidos e distribuídos, privilegiando aqueles cuja produção e distribuição seja socialmente e ambientalmente sustentável como os alimentos orgânicos e de base agroecológica.
Conheça os dez passos para uma Alimentação Adequada e Saudável: 
  • Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação
  • Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias
  • Limitar o consumo de alimentos processados
  • Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados
  • Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia
  • Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados
  • Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias
  • Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece
  • Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora
  • Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais
Saiba quais são os diferentes tipos de alimentos:
Alimentos in natura: essencialmente partes de plantas ou de animais. Ex: carnes, verduras, legumes e frutas.
Alimentos minimamente processados: quando submetidos a processos que não envolvam agregação de substâncias ao alimento original, como limpeza, moagem e pasteurização. Ex: arroz, feijão, lentilhas, cogumelos, frutas secas e sucos de frutas sem adição de açúcar ou outras substâncias; castanhas e nozes sem sal ou açúcar; farinhas de mandioca, de milho de tapioca ou de trigo e massas frescas.

Alimentos processados: são fabricados pela indústria com a adição de sal ou açúcar a alimentos para torná-los duráveis e mais palatáveis e atraentes. Ex: conservas em salmoura (cenoura, pepino, ervilhas, palmito); compotas de frutas; carnes salgadas e defumadas; sardinha e atum de latinha, queijos e pães.


Alimentos ultraprocessados: são formulações industriais, em geral, com pouco ou nenhum alimento inteiro. Contém aditivos. Ex: salsichas, biscoitos, geleias, sorvetes, chocolates, molhos, misturas para bolo, “barras energéticas”, sopas, macarrão e temperos “instantâneos”, “chips”, refrigerantes, produtos congelados e prontos para aquecimento como massas, pizzas, hambúrgueres e nuggets.


Fonte: menulivre

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Sibutramina

Com a proibição de três medicamentos – anfepramona, femproporex e mazindol – pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a sibutramina é hoje a única droga usada para emagrecer que atua sobre o sistema nervoso. Além dela, só há mais um remédio disponível para esse fim, o orlistate – cujo nome de mercado é Xenical – que age sobre a absorção de gordura no intestino.
O farmacêutico Ivan da Gama Teixeira, diretor técnico e vice-presidente da Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais (Anfarmag), contou que a substância surgiu como um antidepressivo. “Viram que a diminuição do apetite era um efeito colateral e o remédio passou a ser usado como emagrecedor”, explicou.
Contudo, o que a sibutramina faz no cérebro não é exatamente inibir o apetite, como é o caso dos remédios que foram proibidos. Na verdade, ela estimula a saciedade. “Na prática, o paciente fica satisfeito com menos comida, resumiu o endocrinologista Walmir Coutinho, pesquisador que participou da pesquisa “Scout”, a maior já feita sobre o remédio, que acompanhou pouco menos de 10 mil pacientes durante um período médio de 3 anos e 5 meses.
Os especialistas consultados pelo G1 explicaram que a sibutramina age sobre dois neuro transmissores: a serotonina e a noradrenalina. Esses neurotransmissores funcionam entre os neurônios, levando informações de um para o outro. Nesse processo, geram a sensação de saciedade.
Normalmente, isso ocorre num curto período de tempo, e eles retornam para dentro das células – o que é chamado de recaptação. O que a sibutramina faz é retardar essa recaptação, ou seja, a serotonina e a noradrenalina ficam por mais tempo fazendo a ligação entre os neurônios e deixam o indivíduo saciado.

Efeitos colaterais
Coutinho afirmou que os cientistas ainda estão tentando entender mais detalhes sobre o funcionamento da substância. Por isso, ainda não se sabe explicar por que ocorrem os efeitos colaterais, que, segundo ele, podem ser boca seca, taquicardia e insônia.
A pesquisa “Scout” registrou ainda que, entre pessoas que já têm alto risco de doenças cardiovasculares – como enfarte e derrame –, esse risco aumenta. No entanto, ainda não há explicação de como isso acontece no corpo humano.
FONTE: Portal G1

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Sugestões de lanches saudáveis para levar para a escola

Pessoal, muitos pequeninos começaram seu ano letivo e papais, mamães e vovós ficam preocupados com o que  irão colocar nas lancheiras. Fiz uma coletânea de imagens que achei interessante.
Entretanto devemos ter cuidado com alimentos como iogurtes e pastas colocadas nos sanduíches, devido ao calor. Se o colégio possuir refrigerador, tudo bem.
É importante que os pais ou avós introduzam hábitos saudáveis nos pequeninos, pois nesta fase da vida são adquiridos comportamentos alimentares que poderão levar para sua vida adulta.
Sugestões que gostei:











Estes cardápios também estão bastante sugestivos. Pode ir adaptando com o gosto da criança e introduzindo a alimentação saudável. Observe que as frutas sempre estão presentes. Não force a criança a comer. Na escola, é importante também que se tenha orientação nutricional.









segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Preocupação com o lanche escolar das crianças

Muitas crianças estão iniciando as aulas hoje e é normal que os pais se preocupem com o lanche que vão mandar para os pequeninos. Tenha sempre a noção de que quanto menos processado for o alimento, melhor para o seu filho.
Aqui vão algumas dicas: Substitua:

  • Os famosos biscoitos recheados por integrais ou bolo simples.
  • Refrigerantes e guaraná "natural" por sucos 100% naturais.
  • Salgadinhos por sanduíches com pão integral com pasta de frango e cenoura ralada




Fonte da foto: Fernanda Serpa